A Associação Paranaense de Cultura ( APC) foi condenada pela justiça do trabalho em ação por danos morais, em razão de situação de constrangimento e humilhação dada à professora em reunião com uso do sistema ” Falando Francamente”. A Primeira Turma do Tribunal Superior do Trabalho publicou o acórdão no dia 01/12/2017, negando o Recurso de Revista por falta de divergência jurisprudencial análoga ao caso.

A justiça trabalhista de primeira instância condenou a escola ao pagamento de R$ 9 mil para a professora, a qual fora colocada num palco em frente de uma arquibancada com quase 200 alunos, segundo os mesmos faziam juízo de valor sobre o professor, ali chamado pelos dirigentes da escola. Em dada situação, teve um caso em que um aluno levantou-se e pediu a demissão de um professor na frente de todos. Todos os professores ficaram perfilados no palco à semelhança de um “leilão de gado”, sendo ali julgados em público e de modo discriminatório pelos estudantes da instituição educacional.

No caso, a instituição de ensinou recorreu para o TRT da 9ª Região, o qual negou o seu pedido de reforma da sentença. De acordo a segunda instância de julgamento, o dano moral ficou caracterizado em virtude de uma prova que materialmente cabal e inconteste.

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